Hoje eu quis variar um pouco e me pus a pensar: puta merda, quanta mulher gostosa no mundo do pornô. Como faz para uma indústria dessas arranjar tantas mulheres gatas assim? Mas analisando isso tudo de verdade, eu percebi que, na verdade, é apenas a lei de Darwin se aplicando. Aqui há uma verdadeira seleção, onde as mais aptas, mais gostosas e suculentas, as verdadeiramente empaudurantes, se tornam famosas a ponto se serem conhecidas como estrelas.
Mas hoje, por-me-ei a falar das amadoras. Aquelas que não tem o maior rabo do mundo, nem os maiores peitos, que são relativamente normais. Um dos nossos grandes escritores do blog já falou sobre a revolução ocasionada pela facilidade do acesso a câmeras filmadoras e a melhora da banda larga no mundo inteiro que nos possibilita carregar vídeos e jogá-los na rede poucos minutos depois do que quer que eles estejam mostrando (eu tenho predileção por belas moças fazendo oral, mas também curto belas moças gemendo de prazer com uma câmera parada num canto ou com a câmera na mão do seu macho, mostrando os detalhes da anatomia dessa senhorita, gosto também de uma bela moça gemendo de dor/prazer ao fazer sexo anal).
Enfim, eu gosto de amadoras e, ocasionalmente, de uma ou outra profissional. O poder do amadorismo é forte, e acredito que seu poder está justamente no que tange à beleza das moças. Todas elas são apetitosas e, como já disse, empaudurantes, e todas elas são incrivelmente reais, com bundas e peitos não gigantescos que podem rebolar tão facilmente no teu pau, leitor, quanto no do zé ruela que está comendo ela no vídeo.
Um vídeo amador me faz pensar muito mais na vida do que qualquer um dos profissionais (eu sei, pensar na vida não é a meta de se ver filmes pornôs, mas nem todo mundo que vê filme pornô tenta escrever as coisas que vê num blog, então, me dêem o direito de pensar um pouco depois de ver os vídeos, ou um pouco antes, durante a seleção do que será carregado e o que jamais será visto por mim). Depois de ver amadoras fazendo sexo e sendo filmadas com ou sem concentimento, eu vou para as ruas e percebo que aquelas mulheres todas ao redor fazem o sexo que está naquele vídeo, de uma forma bem parecida com ele. Sem roteiros que seguem o oral-vaginal-anal-facial, entendo que o sexo é uma coisa normal e que todos fazem (ou quase todos). Os vídeos amadores me fazem perceber que cada mulher é uma potencial atriz, uma potencial futura punheta de centenas de milhões de pessoas ao redor do mundo. E tudo isso sem que precisem ser de modo algum conhecidas por aquilo que fazem: secretárias, estudantes, jornalistas, médicas, radialistas, professoras, advogadas, arquitetas, todas essas mulheres normais têm o potencial de serem conhecidas, apreciadas e homenageadas por pessoas que nunca terão contato. E tudo isso através de uma série de cliques.
Sem contar que alguns sites famosos (como o ideepthroat) é feito por amadoras. Heather Brook é o exemplo de como amadoras podem sair do anonimato, ganharem dinheiro e nunca serem realmente atrizes pornôs (aquelas com cachê e filmes com créditos e tudo mais).
Aqui vai um vídeo dela, porque ela é legal.
Aqui está um dos meus sites amadores favoritos: http://www.yuvutu.com// o acervo cresce todos os dias. Antes desse, havia um outro site onde eu poderia encontrar facilmente alguns dos vídeos caseiros favoritos, mas infelizmente, ele sumiu.
Espero que vocês tenham se divertido um pouco com essa pequena visão no mundo do amadorismo.
Mostrando postagens com marcador filme amador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador filme amador. Mostrar todas as postagens
sábado, 6 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Antes e depois da Polyshop
Quem se acostuma a comer filé, dificilmente consegue voltar pra carne de segunda. As pessoas geralmente preferem uma carne nobre, produzida, com todos os temperos, feita por alguém que entende do negocio, alguém que saiba manusear os sabores, exaltar cada centímetro do pedaço. No caso dos filmes pornôs, eu sou justamente o contrário.
Eu lembro de baixar vários pedaços de filmes pornô no antigo kazaa, geralmente eram filmes da Silvia Saint, que duravam cinco minutos e levavam três horas pra baixar. De vez em quando algum pedaço do filme do Ron Jeremy e até algum filme de colegiais holandesas. Eu fui juntando uma pequena coleção, com muito esforço por causa da minha conexão discada, até que minha mãe descobriu e deletou tudo. Eu tinha 14 anos e foi um mês difícil. Mas eu não desisti, continuei minha procura, mas todos os filmes tinham a mesma premissa: desculpa esfarrapada, boquete, o sexo carnal, sexo anal e o cum shot (ou money shot), era tudo muito mecânico, os gritos eram muito profissionais, eu não gostava. Mas continuava a me masturbar, como qualquer garoto de 14 anos.
Até que começaram a proliferar na internet os chamados sites de GONZO PORN. Tinham dois que eu era muito fã na época, o College Fuck Fest, que “estudantes” montavam uma festa e todo mundo transava com todo mundo e o Bang Bus, que vários malucos numa van pegavam uma “garota desconhecida” na rua e... bem... transavam com ela. Vocês perceberam o “estudantes” e “garota desconhecida”? Olha, eu nunca fui o mais inteligente da minha sala, longe disso, mas dava pra perceber que era tudo armado, assim como 99% dos vídeos de estupro na internet, você consegue perceber no primeiro minuto. Mas já era uma grande diferença pra mim, tinha um lance todo amador, as vezes a luz do sol batia na cara da garota enquanto ela chupava o pau do cara. Era só uma câmera, sem maquiagem, sem estúdio. Só sexo. Os gemidos falsos continuavam, mas eram mais suportáveis dessa vez. Foi quando eu comecei a realmente gostar de ver filmes pornô, com a ascensão dos filmes amadores na internet, que naquela época não eram tão amadores assim.
Muitas pessoas dividem a internet em antes e depois do Napster. Outras em antes e depois da wikipédia, outras tantas pensam que a grande inovação da internet foi o orkut (malditos brasileiros... opa, eu também tenho uma conta). Mas não, pra mim a internet se divide em antes e depois da Polyshop. Você sabe, aqueles anunciantes que vendem uma câmera digital em 500 vezes SEM JUROS. Qualquer garota pode comprar uma câmera, que além de tirar fotos, GRAVA VÍDEOS. Junte a isso a banda larga no Brasil ser cada dia mais do povão, hoje a grande maioria das pessoas consegue bancar pelo menos o plano mais simples e ter acesso a internet 24 horas por dia.
“Amor, eu só vou gravar pra ficar vendo quando você viajar e não morrer de saudades”. Essa frase existe desde a criação das filmadoras portáteis, mas o público se limitava na maioria das vezes aos amigos do suposto namorado carinhoso da garota, que só queria uma recordação dela chupando seu pênis. Mas agora temos o 4share, rapidshare, qualquer coisa share. Até a pessoa mais idiota, consegue selecionar o arquivo .avi e esperar alguns minutos até que ele seja transferido pro servidor, selecionar o link indicado e mandar por email pra os amigos. Nisso, dezenas e dezenas de vídeos amadores são filmados e jogados na internet todos os dias. Existem várias comunidades no orkut DEDICADAS a catalogar esses filmes. Porra, eu devo ter pelo menos uns cinco agora no meu HD, e olha que eu os deleto com freqüência. E essa vai ser minha especialidade aqui no site, eu gosto do formato dos vídeos amadores, dos closes mal feitos, dos gemidos reais, das namoradas reclamando e pedindo pra eles apagarem o vídeo depois de filmar, da falta de condicionamento físico do casal, dos caras se achando um ator pornô italiano por ta comendo a namorada, do namorado tentando enfiar no buraco mais ao sul e garota não deixando. Isso pra mim é um filme pornô.
Eu lembro de baixar vários pedaços de filmes pornô no antigo kazaa, geralmente eram filmes da Silvia Saint, que duravam cinco minutos e levavam três horas pra baixar. De vez em quando algum pedaço do filme do Ron Jeremy e até algum filme de colegiais holandesas. Eu fui juntando uma pequena coleção, com muito esforço por causa da minha conexão discada, até que minha mãe descobriu e deletou tudo. Eu tinha 14 anos e foi um mês difícil. Mas eu não desisti, continuei minha procura, mas todos os filmes tinham a mesma premissa: desculpa esfarrapada, boquete, o sexo carnal, sexo anal e o cum shot (ou money shot), era tudo muito mecânico, os gritos eram muito profissionais, eu não gostava. Mas continuava a me masturbar, como qualquer garoto de 14 anos.
Até que começaram a proliferar na internet os chamados sites de GONZO PORN. Tinham dois que eu era muito fã na época, o College Fuck Fest, que “estudantes” montavam uma festa e todo mundo transava com todo mundo e o Bang Bus, que vários malucos numa van pegavam uma “garota desconhecida” na rua e... bem... transavam com ela. Vocês perceberam o “estudantes” e “garota desconhecida”? Olha, eu nunca fui o mais inteligente da minha sala, longe disso, mas dava pra perceber que era tudo armado, assim como 99% dos vídeos de estupro na internet, você consegue perceber no primeiro minuto. Mas já era uma grande diferença pra mim, tinha um lance todo amador, as vezes a luz do sol batia na cara da garota enquanto ela chupava o pau do cara. Era só uma câmera, sem maquiagem, sem estúdio. Só sexo. Os gemidos falsos continuavam, mas eram mais suportáveis dessa vez. Foi quando eu comecei a realmente gostar de ver filmes pornô, com a ascensão dos filmes amadores na internet, que naquela época não eram tão amadores assim.
Muitas pessoas dividem a internet em antes e depois do Napster. Outras em antes e depois da wikipédia, outras tantas pensam que a grande inovação da internet foi o orkut (malditos brasileiros... opa, eu também tenho uma conta). Mas não, pra mim a internet se divide em antes e depois da Polyshop. Você sabe, aqueles anunciantes que vendem uma câmera digital em 500 vezes SEM JUROS. Qualquer garota pode comprar uma câmera, que além de tirar fotos, GRAVA VÍDEOS. Junte a isso a banda larga no Brasil ser cada dia mais do povão, hoje a grande maioria das pessoas consegue bancar pelo menos o plano mais simples e ter acesso a internet 24 horas por dia.
“Amor, eu só vou gravar pra ficar vendo quando você viajar e não morrer de saudades”. Essa frase existe desde a criação das filmadoras portáteis, mas o público se limitava na maioria das vezes aos amigos do suposto namorado carinhoso da garota, que só queria uma recordação dela chupando seu pênis. Mas agora temos o 4share, rapidshare, qualquer coisa share. Até a pessoa mais idiota, consegue selecionar o arquivo .avi e esperar alguns minutos até que ele seja transferido pro servidor, selecionar o link indicado e mandar por email pra os amigos. Nisso, dezenas e dezenas de vídeos amadores são filmados e jogados na internet todos os dias. Existem várias comunidades no orkut DEDICADAS a catalogar esses filmes. Porra, eu devo ter pelo menos uns cinco agora no meu HD, e olha que eu os deleto com freqüência. E essa vai ser minha especialidade aqui no site, eu gosto do formato dos vídeos amadores, dos closes mal feitos, dos gemidos reais, das namoradas reclamando e pedindo pra eles apagarem o vídeo depois de filmar, da falta de condicionamento físico do casal, dos caras se achando um ator pornô italiano por ta comendo a namorada, do namorado tentando enfiar no buraco mais ao sul e garota não deixando. Isso pra mim é um filme pornô.
Assinar:
Postagens (Atom)