quarta-feira, 19 de outubro de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Sarah Vandella - A Batalha das Bundas 3
Se eu tivesse que fazer a difícil escolha de qual tipo de corpo feminino me atrai mais (gosto muito de todos os tipos, sério) teria que ser o da Sarah Vandella. Rostinho de anjo, pernas grossas, bunda grande e peitos siliconados. Na real, não gosto muito de peitos siliconados. Mas vejam, o universo não gosta de fazer nada perfeito. Então, geralmente uma mulher com bunda grande tem peitos pequenos e vice-versa. Há raros casos de mulheres que foram abençoadas com peitão e bundão, mas só posso concluir que o universo as desfavoreceu em outro quesito, talvez sejam malucas ou não gostem de pizza. No caso de mulher com pernas grossas, bunda grande e peitos pequenos, um discreto silicone tem meu selo de aprovação. É assim que a Sarah Vandella se apresenta em toda sua gostosura nesse vídeo. Além de gostosa, ela é branca. Não, calma, relaxem que eu não sou racista. Adoro negras, brancas, japoneas, latinas, enfim, gosto de todas. Mas sempre me atrai bastante quando uma etnia possui uma característica que é mais comum a outra etnia. Por exemplo: mulheres brancas com bundas que não devem nada às mulatas. Mais um ponto pra Sarah Vandella.
Como não sou um cara superficial, não muito pelo menos, não acho que beleza seja tudo. No caso de Sarah Vandella, ainda bem, a beleza vem acompanhada de um talento pra sexo invejável. O vídeo acima é bom em todos os sentidos. No começo, pra minha surpresa, vi que a Sarah estava conversando com a diretora do filme. Isso mesmo, quem dirige é uma mulher, o que é raro no mundo pornô. Sarah e a diretora conversam, e a diretora se mostra genuinamente impressionada com os atributos de Sarah, e é legal ver esse momento descontraído behind the scenes das duas.
Depois disso, começa o tradicional clipe com a mulher que fará parte de nossas fantasias pelos próximos minutos. Sarah dança ao som de um hip-hop, mexendo sua bunda que é filmada de todos os ângulos possíveis. A batida é boa e a Sarah sabe dançar, mais um ponto pra ela. É sempre muito triste quando uma mulher linda e gostosa tenta dançar e parece um robô enferrujado.
O clipe acaba e o sexo começa. Sarah e o ator têm uma química incrível, que nem sempre eu vejo nos vídeos pornô por aí. Eles realmente parecem que tão curtindo e, como se isso não fosse suficiente, ambos os atores atingem um lindo objetivo que toda pornografia deveria almejar: ensinar aos telespectadores como se faz. O cara manda bem, percebe-se pela expressão da Sarah. E garotas, coloquem o vídeo no minuto 20:46 e aprendam como saber mexer o quadril é uma das maiores qualidades sexuais femininas.
Essa série Batalha das Bundas (Battle of The Asses) é muito boa. É extremamente bem filmada e em todas as cenas os atores parecem que estão curtindo e fazem um bom trabalho. Bundas nunca foram tão bem retratadas na tela antes. Espero que a diretora faça uma edição brasileira da série.
De todos os vídeos dessa série pornô, esse é o meu preferido. Não que os outros tenham performances não tão boas das atrizes, mas esse tem a Sarah Vandella, e ela é uma das musas que mais protagonizam fantasias na minha mente.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
lareira
Sexy lesbians playing by the fireside brought to you by RedTube - Home of free porn videos
A sinopse é a seguinte: duas amigas de infância se reencontram. Uma (a de franjinha) pede para que a de cabelo grande durma na cama com ela. Mas na contra mão de uma breve cena pornô convencional, ela prefere dormir no quarto de visitas, como boa menina, sozinha.
Chateada, a de franjinha vai se masturbar na lareira.
Vejam bem: até então, neste momento do vídeo que descrevo, se passaram dois minutos somente. Reparem que a história do vídeo é convincente, o cenário é aconchegante e as atrizes são lindas. Realmente lindas.
Outra coisa que engrandece o Sexy Lesbians, ainda nos seus dois primeiros minutos, é a personalidade das personagens: formam uma típica dupla de amigas opostas, mas que se completam ao mesmo tempo. Conhecemos várias dessas garotas por aí, o que torna o teatrinho do pornô plausível.
Brevemente visualizamos uma pintinha no braço da atriz. Há quem diga que elas fazem essas pintas com lápis, para não serem reconhecidas quando estão fora de serviço.
São esses tipos de detalhes que faz esse um dos meus vídeos favoritos. Detalhes bacanas, história plausível e posições sexuais onde nenhum cabra jamais esteve.
terça-feira, 28 de junho de 2011
Clube do Livro da Stoya
Parece que a Stoya começou um clube do livro. Encontrei esse vídeo dela discutindo o livro "Men, women and children" com a Kayden Kross.
espero que ela dê continuidade a esse projeto, que parece muito legal.
espero que ela dê continuidade a esse projeto, que parece muito legal.
sábado, 18 de junho de 2011
O bizarro Daniel, o rapaz que ergueu a mão em silencioso protesto pelo abuso das mulheres
- Então, aqui estamos... Você quer mais uma cerveja?
- Não, já to meio cheia... E bem bêbada - ela riu pra ele revelando os dentinhos brancos. Os dois do meio eram levemente separados, o que transformava a boca de Emília em um antro de perdição para ele. Nunca entendeu ao certo suas preferências secretas tão bem guardadas, como garotas de unhas pintadas de vermelho e dentes separados. O fato dele não entender não o impedia de matar e morrer por isso. Assim era Daniel: enquanto uns matavam e morriam por amor, ele matava e morria por dentes brancos e unhas vermelhas. Especialmente quando bebia muito como naquele sábado.
- A cerveja acabou. Puta merda. Não temos nada pra fazer. Acho que vou embora. - fingiu um olhar tristeza.
- Não, espera.. Me faz companhia aqui, não quero ficar sozinha enquanto eles dois ficam lá dentro... Fazendo coisas. Hahaha.
- Hahaha. - não entendia a graça, mas forçou um riso - tudo bem, eu fico.
- Você é um amor.
Voltou para junto dela no sofá buscando colar seu corpo ao dela, pequeno e delicado. O seu perfume agridoce entrava nas narinas de Daniel enviando uma mensagem ao cérebro: tente. Vai valer a pena. Foi quando sentiu um movimento estranho dentro das calças. Havia chegado a hora.
Tentou roubar um beijo, mas ela desvio o rosto. Não se dando por vencido, procurou sua boca mais adiante, mas quando ele ia lá, sempre estava em outro lugar, uma maldita perseguição se realizava ali, ficando cada vez mais tensa a medida que se deu conta de que ela não estava interessada em ir com ele pra cama. Com as mãos delicadas de garota estudante, ela separou os corpos.
A festa já havia acabado há algum tempo - o último convidado partira em sigilo quando percebeu que a cerveja havia acabado deixando uma partida de guitar hero pela metade. No sofá da casa da Maristela estava somente eles dois, Daniel e Emília, compartilhando a sombria sina da manhã que se alastrava como fogo pelo céu. Emília era bem mais nova do que qualquer garota que ele já havia ficado. E era linda, ah, como era linda: tinha cachinhos loiros e cabelo curto, pernas grossas e macias guardadas dentro de um short pequeno, um nariz finíssimo que aparentemente vinha de alguma linhagem nobre. Enquanto estavam somente os dois ali na sala de estar, Maristela, a dona da festa, transava loucamente com o seu namorado novo no quarto da mãe. Dava para se ouvir os gemidos quando o silencio se abateu na sala de estar.
Os dois ali no sofá haviam chegado a um impasse. Conversaram sobre quase tudo que é possível e aconselhável, muitas vezes um atropelando o outro no discurso empolgado sobre comunismo e literatura russa. Daniel somente observava ela transtornado. Era alguma brincadeira? Ela havia dado todos os sinais de estar interessada naquilo. Parecia que cada célula de seu corpo ansiava por ele, mas somente parecia. Como aquilo poderia acontecer? Ele se sentiu humilhado e enganado profundamente.
- Qual o problema?
- Olha, você é um cara legal, mas eu não me sinto atraída por você.
- O quê?! Como assim.. A gente ficou conversando a festa toda, porra.
- É, você é um cara legal.. Apesar de ser grosso. Não fique chateado.
- Eu fiquei ouvindo as histórias da sua família por duas horas quando podia estar dançando ou arriando com a galera. E agora isso. Puta que pariu, vê se cresce Emília.
Ela se levantou do sofá e me encarou. Parecia procurar alguma autoridade perdida, mas seu olhar revoltado não deixava. Estavam bem bêbados. Quer dizer, ao menos ele. Ela sentou-se em uma cadeira do outro lado da sala de estar e pegou cigarro na carteira. Mostrou a ele.
- É meu último. Eu ia dividir com você, mas não vou. Você foi grosso comigo.
- Não quero seu último cigarro. Eu quero é dormir com você. Gosto de você.
- Desculpe fofinho, mas isso não vai acontecer. - fofinho. Era assim que minhas tias lhe chamavam quando pequeno. Aquele olhar de superioridade e auto-suficiência havia lhe levado ao limite.
- Tudo bem, é seu direito. Você não quer dar, não tem problema. Milhares de animais estão transando agora ao redor do mundo, procriando e recriando a natureza, e você fica aí com seu narizinho arrebitado se achando glamorosa demais pra isso. Ficou me enrolando aqui a noite toda. Me fazendo de otário? Vou bater uma punheta olhando pra você.
Ela ficou em silêncio. O rapaz desabotoou a calça e começou a trabalhar. O sexo já havia ganho volume enquanto toda aquela briga se desenrolava - Daniel era um rapaz extremamente estranho - não seria problema finalizar a coisa agora, na situação onde estavam.
Emília tinha pernas realmente lindas. E uns pés que as amigas de pés 37 invejavam. Começou a observar os pés enquanto realizava o gesto repetitivo e - pasmem - achou os pés o melhor que havia nela - pé número 35 com os dedinhos enfileirados perfeitamente e seu esmalte vermelho nas pontas.
Do outro lado do apartamento, se escutava som de sexo. Na sala Emília fumava e assitia Daniel. Se ficou incrédula, não deu a perceber. E não parecia estar com nojo. Talvez quisesse provar que não era uma garota tão má. Talvez quisesse mostrar que sabia como fazer - mas não queria, não estava com saco, não naquele sábado, porra. Somente fumava e observava séria. FAP FAP FAP na sala e AH AH AH vindo dos fundos.
O olhar de Emília deixou o rapaz ainda mais louco.
Foi quando ele rolou e caiu no tapete da sala como um cachorro. No chão, foi avançando lentamente, desfazendo o espaço entre ambos. Lamberia os pés de Emília Santiago de Almeida Albuquerque, terceiro lugar na olimpíada de matemática estadual. Ela balançou o pé esquerdo suavemente quando se aproximou. Não sabendo se aquilo era um convite ou uma rejeição, Daniel pôs seu plano em ação. Beijou o pé, lambeu ele por toda a sua extensão. Milhares de lugares para se explorar ali: o calcanhar, os cinco dedinhos pequenos, o espaço entre eles, o tornozelo, o tarso, o metatarso... Deu pequenas lambidas e mordidinhas estratégicas até o momento do gozo.
Em seguida se levantou, olhou para ela com indignação - algo de “como você deixou eu fazer isso?” e se sentou no sofá observando-a. Já não precisava mais de Emília.
- Achou que ia me deixar louco por você? Fazer eu perder a cabeça por isso? Um dia você vai descobrir que esmalte e perfume caro não são melhores que isso - ergueu a palma da mão aberta para Emília em silencioso protesto. Fatigado pela pequena brincadeira e a cerveja, Daniel se deitou no sofá e adormeceu.
Quando acordou, Emília já havia ido embora. Dias depois um número estranho apareceu em seu celular. Era ela perguntando o que ele achava de pegar um cinema. Começaram a namorar alguns encontros depois.
- Não, já to meio cheia... E bem bêbada - ela riu pra ele revelando os dentinhos brancos. Os dois do meio eram levemente separados, o que transformava a boca de Emília em um antro de perdição para ele. Nunca entendeu ao certo suas preferências secretas tão bem guardadas, como garotas de unhas pintadas de vermelho e dentes separados. O fato dele não entender não o impedia de matar e morrer por isso. Assim era Daniel: enquanto uns matavam e morriam por amor, ele matava e morria por dentes brancos e unhas vermelhas. Especialmente quando bebia muito como naquele sábado.
- A cerveja acabou. Puta merda. Não temos nada pra fazer. Acho que vou embora. - fingiu um olhar tristeza.
- Não, espera.. Me faz companhia aqui, não quero ficar sozinha enquanto eles dois ficam lá dentro... Fazendo coisas. Hahaha.
- Hahaha. - não entendia a graça, mas forçou um riso - tudo bem, eu fico.
- Você é um amor.
Voltou para junto dela no sofá buscando colar seu corpo ao dela, pequeno e delicado. O seu perfume agridoce entrava nas narinas de Daniel enviando uma mensagem ao cérebro: tente. Vai valer a pena. Foi quando sentiu um movimento estranho dentro das calças. Havia chegado a hora.
Tentou roubar um beijo, mas ela desvio o rosto. Não se dando por vencido, procurou sua boca mais adiante, mas quando ele ia lá, sempre estava em outro lugar, uma maldita perseguição se realizava ali, ficando cada vez mais tensa a medida que se deu conta de que ela não estava interessada em ir com ele pra cama. Com as mãos delicadas de garota estudante, ela separou os corpos.
A festa já havia acabado há algum tempo - o último convidado partira em sigilo quando percebeu que a cerveja havia acabado deixando uma partida de guitar hero pela metade. No sofá da casa da Maristela estava somente eles dois, Daniel e Emília, compartilhando a sombria sina da manhã que se alastrava como fogo pelo céu. Emília era bem mais nova do que qualquer garota que ele já havia ficado. E era linda, ah, como era linda: tinha cachinhos loiros e cabelo curto, pernas grossas e macias guardadas dentro de um short pequeno, um nariz finíssimo que aparentemente vinha de alguma linhagem nobre. Enquanto estavam somente os dois ali na sala de estar, Maristela, a dona da festa, transava loucamente com o seu namorado novo no quarto da mãe. Dava para se ouvir os gemidos quando o silencio se abateu na sala de estar.
Os dois ali no sofá haviam chegado a um impasse. Conversaram sobre quase tudo que é possível e aconselhável, muitas vezes um atropelando o outro no discurso empolgado sobre comunismo e literatura russa. Daniel somente observava ela transtornado. Era alguma brincadeira? Ela havia dado todos os sinais de estar interessada naquilo. Parecia que cada célula de seu corpo ansiava por ele, mas somente parecia. Como aquilo poderia acontecer? Ele se sentiu humilhado e enganado profundamente.
- Qual o problema?
- Olha, você é um cara legal, mas eu não me sinto atraída por você.
- O quê?! Como assim.. A gente ficou conversando a festa toda, porra.
- É, você é um cara legal.. Apesar de ser grosso. Não fique chateado.
- Eu fiquei ouvindo as histórias da sua família por duas horas quando podia estar dançando ou arriando com a galera. E agora isso. Puta que pariu, vê se cresce Emília.
Ela se levantou do sofá e me encarou. Parecia procurar alguma autoridade perdida, mas seu olhar revoltado não deixava. Estavam bem bêbados. Quer dizer, ao menos ele. Ela sentou-se em uma cadeira do outro lado da sala de estar e pegou cigarro na carteira. Mostrou a ele.
- É meu último. Eu ia dividir com você, mas não vou. Você foi grosso comigo.
- Não quero seu último cigarro. Eu quero é dormir com você. Gosto de você.
- Desculpe fofinho, mas isso não vai acontecer. - fofinho. Era assim que minhas tias lhe chamavam quando pequeno. Aquele olhar de superioridade e auto-suficiência havia lhe levado ao limite.
- Tudo bem, é seu direito. Você não quer dar, não tem problema. Milhares de animais estão transando agora ao redor do mundo, procriando e recriando a natureza, e você fica aí com seu narizinho arrebitado se achando glamorosa demais pra isso. Ficou me enrolando aqui a noite toda. Me fazendo de otário? Vou bater uma punheta olhando pra você.
Ela ficou em silêncio. O rapaz desabotoou a calça e começou a trabalhar. O sexo já havia ganho volume enquanto toda aquela briga se desenrolava - Daniel era um rapaz extremamente estranho - não seria problema finalizar a coisa agora, na situação onde estavam.
Emília tinha pernas realmente lindas. E uns pés que as amigas de pés 37 invejavam. Começou a observar os pés enquanto realizava o gesto repetitivo e - pasmem - achou os pés o melhor que havia nela - pé número 35 com os dedinhos enfileirados perfeitamente e seu esmalte vermelho nas pontas.
Do outro lado do apartamento, se escutava som de sexo. Na sala Emília fumava e assitia Daniel. Se ficou incrédula, não deu a perceber. E não parecia estar com nojo. Talvez quisesse provar que não era uma garota tão má. Talvez quisesse mostrar que sabia como fazer - mas não queria, não estava com saco, não naquele sábado, porra. Somente fumava e observava séria. FAP FAP FAP na sala e AH AH AH vindo dos fundos.
O olhar de Emília deixou o rapaz ainda mais louco.
Foi quando ele rolou e caiu no tapete da sala como um cachorro. No chão, foi avançando lentamente, desfazendo o espaço entre ambos. Lamberia os pés de Emília Santiago de Almeida Albuquerque, terceiro lugar na olimpíada de matemática estadual. Ela balançou o pé esquerdo suavemente quando se aproximou. Não sabendo se aquilo era um convite ou uma rejeição, Daniel pôs seu plano em ação. Beijou o pé, lambeu ele por toda a sua extensão. Milhares de lugares para se explorar ali: o calcanhar, os cinco dedinhos pequenos, o espaço entre eles, o tornozelo, o tarso, o metatarso... Deu pequenas lambidas e mordidinhas estratégicas até o momento do gozo.
Em seguida se levantou, olhou para ela com indignação - algo de “como você deixou eu fazer isso?” e se sentou no sofá observando-a. Já não precisava mais de Emília.
- Achou que ia me deixar louco por você? Fazer eu perder a cabeça por isso? Um dia você vai descobrir que esmalte e perfume caro não são melhores que isso - ergueu a palma da mão aberta para Emília em silencioso protesto. Fatigado pela pequena brincadeira e a cerveja, Daniel se deitou no sofá e adormeceu.
Quando acordou, Emília já havia ido embora. Dias depois um número estranho apareceu em seu celular. Era ela perguntando o que ele achava de pegar um cinema. Começaram a namorar alguns encontros depois.
sábado, 16 de abril de 2011
Não sou viciado em pornô, paro quando quiser - Fim do experimento
Já se passou quase 1 mês desde que decidi não ver mais pornografia. No primeiro dia dessa empreitada, fiz uma espécie de despedida de solteiro aqui em casa. Já que eu não iria mais ver filme pornô por tempo indeterminado, achei que seria justo reservar um dia pra uma verdadeira orgia audio-visual de sacanagem. Fiquei o dia todo vendo um montão de pornografia, emocionado, pois talvez eu nunca mais visse aqueles meus velhos amigos, os atores e atrizes, que fazem parte da minha vida.
Bom, no verdadeiro primeiro dia de minha abstinênica, minha rotina foi comum. Acordei, liguei o PC e vi um pornozinho pra despertar. Depois fui tomar café da manhã, vi umas notícias na tv e voltei pro meu quarto e vi outro videozinho pornográfico, pois as moças do tempo dos telejornais são bem atraentes e me deixam excitado. Então, deitei pra dormir mais um pouquinho e acordei logo em seguida, sobressaltado, pois esqueci que nunca consigo dormir sem antes assistir a duas pessoas (ou mais) transando. Liguei o monitor e procurei pelos arquivos de diversos sites pornô por um vídeo que fosse bom o suficiente pra me deixar bem calminho e preparado pro sono.
Algumas horas depois, acordei e fui ver outro pornozinho - dessa vez eu queria assistir a um vídeo com uma garota ruiva - pra abrir meu apetite antes do almoço. Terminei de ver a ruivinha e fui preparar a comida. Comi bastante, a refeição tava bem gostosa. Voltei ao meu quarto e vi outro vídeo pornô, de modo que minha digestão pudesse ser executada com mais conforto. Escovei os dentes e fui dar uma cochilada no sofá. Acordei 5 minutos depois. Mas que besta eu sou! Sempre esqueço que não consigo dormir sem ver dois homo sapiens acasalando.
Acordei no meio da tarde, liguei a tv e o videogame. Joguei por uns 15 minutos quando, após frequentes game overs, percebi que minha mão estava tremendo, meus olhos lacrimejando e meu nariz sangrando. Dei risada, pois sou um garoto muito esquecido. Nunca consigo desempenhar bem no videogame sem antes ver um filme pornô. Os estímulos causados por um game em meu cérebro por meio do som, efeitos visuais e o constante pressionamento de botões, combinados com a abstinência de imagens pornográficas na minha mente fazem com que meu corpo se estresse bastante.
Após o videogame, comi uma banana e me preparei pra malhar. Os pesos que uso ficam no banheiro, porém, antes de chegar lá, tenho que passar pelo meu quarto. Quando passei pelo meu quarto, vi meu PC e, quando voltei a mim, já estava na metade de um pornô hardcore de 50 minutos. Fiquei puto, pois nunca assisto a vídeos de sexo antes de me exercitar, porque isso acaba com o meu rendimento.
Claro que, após me exercitar, ví outro pornô antes de tomar banho, pois caso contrário fico tenso embaixo do chuveiro, me sinto claustrofóbico, deito no chão do banheiro em posição fetal e choro profundamente por horas sem parar. Mas como vi o pornozinho antes do banho, entrei debaixo do chuveiro feliz, saltitante e cantarolante.
E durante as semanas seguintes da abstinência de pornografia, minha rotina foi basicamente essa. Estou feliz em constatar que realmente não sou viciado em pornô. Já que atingi meu objetivo, posso largar mão dessa minha promessa e voltar a assistir meus filminhos sacanas. Mas antes de voltar a fazer isso, vou assistir a um filme pornô bem curtinho, pois não consigo ver um pornô antes de ver pornô.
sábado, 9 de abril de 2011
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