Eu havia prometido um post sobre a minha mulher favorita, e bem, cá estou fazendo.
Devo dizer que não existem muitas coisas escritas sobre ela (um pequeno profile no site Burning Angel e um DeviantNation), mas imagens sim, isso tem.
O único set dela para a Suicide Girls foi o Smokey Eyes. Agora a conta dela por lá está trancada.
Mas ela é ativa na Burning Angel, pela qual fez dois vídeos fora alguns sets.
Vou dar uma "palhinha" das fotos da moça e depois, disponibilizar o download de alguns sets e dos dois vídeos.
Ps: Algumas dessas palhinhas eu não encontrei para download.
- Fotos:
[DN] Dirty
[DN] Cage Fighter
[DN] Hallway
[DN] Night on the Town
[DN] Bellhop
[DN] Monochromatic
[DN] Happy 2006
[BA] Dunham Place
[BA] Taxi Cab
[BA] My Stairway
[BA] Sneak A Peek
Gostou? Quer ver mais? Aí vão os downloads.
- Download Sets:
[BA] Dunham Place
[BA] Taxi Cab
[BA] My Stairway
[BA] Girl Fun (com Joanna Angel)
[BA] A Meets B (com BellaVendetta)
[BA] R2D2
[BA] I Heart Pills
[DN] Monochromatic
[DN] Happy 2006
[DN] Night on the Town
[DN] Hallway
- Download Vídeos:
[BA] First Time (com Joanna Angel) - (wmv - 116.75 MB)
[BA] Here To Fuck (com BellaVendetta) - (wmv - 161.12 MB)
segunda-feira, 30 de março de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
Contos de Fodas Episódio I: Chapeuzinho Vermelho e Lobo Mau
Era uma vez a Chapeuzinho Vermelho, a Vovó e o Lobo Mau . Todos eles viviam tranquilos e nunca poderiam ter imaginado a peripécia em que se envolveriam. O Lobo Mau, no auge de seus 60 anos, era um internacionalmente famoso fetichista caçado pela Interpol. Após uma vida de peitinhos e bundinhas desnudas aprontando mil e uma safadezas, Mau estava aposentado. Como todo bom herói que um dia foi considerado uma lenda viva, ao se aposentar, o Lobo ficou deprê e clichê. Passava os dias caducando em sua casa, bebendo uísque, assistindo tv, caçando formiguinhas imaginárias que subiam pelo seu corpo e respondendo a processos judiciais por atentado violento ao pudor ( e desses processos ele gostava, pois mantinham a sua imagem de Lobo Malvadão).
Amargurado com o mundo em que vivia, o lupino maligno assistia pornôs para dar aquela relaxadinha básica. Mas o que ele via na tela o deixava emputecido da cabeça. Eram uns pornozinhos muito dos mal feitos, pudicos, puritanos demais. Era esse o legado que Mau havia deixado após 45 anos de perversões épicas realizadas nos 4 cantos do globo? Do que valeu toda aquela orgia, incesto, zoofilia, sadomasoquismo, escatologia, todos devidamente filmados e comercializados para que o mundo conhecesse a sua obra? Definitivamente, e isso não é um trocadilho oportuno, o Lobo Mau se sentia fodido pela indústria pornográfica, que ele tanto ajudou em sua vida.
Decidido a fazer com que todos relembrassem seu nome, o Lobo tomou seu remédio (Viagra), que o ajudava a pensar melhor e planejou o que seria a maior orgia fetichista de toda a história da humanidade. Em primeiro lugar, precisava encontrar as pessoas corretas para participar do evento. Pensou em menininhas inocentes, mas logo abandonou a idéia. Já estava cansado de perverter garotinhas inexperientes, e isso já não impressionava ninguém. O Lobo Mau precisava, na verdade, das criaturas mais sujas e moralmente corruptas que pudesse encontrar. Seria muito mais interessante tentar perverter pervertidos, fazer com que eles ficassem surpresos e absurdados com a sua mundialmente conhecida safadeza.
Não foi difícil encontrar a primeira participante da orgia. O Lobo sorriu ao se lembrar de que, além de ser uma puta de marca maior, ele odiava aquela garota com todas as suas forças e poderia se vingar dela com muita putaria. Sentiu um calor nas partes baixas que já não sentia há muito tempo e abençoou o gênio que criou o Viagra. Chapeuzinho Vermelho era o nome da vadia. Aquela anã obesa, viciada em chá de cogumelo, crack, heroína e que cheirava gatinhos pra passar o tempo. Chapeuzinho Vermelho era traficante, e sempre carregava drogas escondidas em sua cesta, em que dizia só levar doces para a sua vovó. Alguns diziam que a Chapeuzinho era travesti. O Lobo Mau descobriria se isso era verdade em breve.
O Lobo não teve dúvidas de quem seria a terceira participante do bacanal: A vovó da Chapéu. A velha era tão escrota quanto a neta. Ganhava dinheiro através de um esquema de prostituição que empregava mais de mil putas só na floresta onde moravam.Cafetina profissional desde os 15 anos de idade, tratava suas vadias com mãos de ferro. Era tapa na cara, porrada no estômago, chave de braço, mata-leão, enfim, tantos golpes ela aplicava nas putas que até desenvolveu uma nova arte marcial: Prostituporrada. Além de tudo, era racista e odiava os lobos. Era macumbeira também e pão-dura. Provavelmente comunista. Perfeito.
O Lobo Mau planejou a coisa toda em segundos, como o bom fetichista que era. Invadiria a casa da Vovó, faria sexo com ela e, durante o ato, devoraria a velha. Legal, já era sexo de coroas, zoofilia e culinária exótica de uma tacada só. Brilhante. Depois, travestiria-se de vovó e esperaria a Chapeuzinho chegar em casa. Faria sexo com ela, e isso já seria incesto (mesmo que só a Chapéu pensasse que fosse), zoofilia novamente e Coroa travesti vs Ninfeta. No meio do ato, regurgitaria a Vovó e praticaria sexo a três, sendo que a vovó já estaria morta. Essas coisas configurariam escatologia e ménage à trois necrófilo incestuoso. A beleza do plano era tal que o Lobo derramou uma lágrima ao pensar no cenário.
Dirigiu-se à casa da Vovó, bateu na porta e, enquanto esperava a velha atendê-lo, abaixou as calças e armou seu pau para o ataque. A Vovó nem viu o que a atingiu. O Lobo comeu e, enquanto comia, comeu de novo. Até que a mulher não era tão ruim assim, pensou o Lobo. Pegou as roupas da falecida e se travestiu. Fazia tempo que não se vestia de mulher e não sabia se conseguiria interpretar bem o papel de uma velha cafetina.
Chapeuzinho chegou em casa totalmente chapada, bêbada e cocainada. Olhou para a protuberância que se pronunciava por debaixo da camisola da vovó e disse: “Noooossa vovó, porque a senhora tem um pau tão....” Lobo Mau se sentiu empolgado por dentro, pois além de executar a maior orgia escatológica da história, ainda teria seu pau elogiado. “...pequeno!”, completou a Chapeuzinho.
O Lobo Mau ficou desmoralizado, mas precisava responder à altura: “Vadia, cala essa tua boca e chupa o Lobão aqui antes que eu te enfie uns tapas na cara.” Chapeuzinho arriou as calças e mostrou que os boatos procediam, ela era um TRAVECÃO.
O tempo fechou na casa da Vovó enquanto ambos personagens se encaravam. Nenhum dos dois queria ser o passivo, portanto, qualquer movimento em falso significaria ser sodomizado. Lobo Mau e Chapeuzinho Vermelho se estudavam, cada um deles tentando pensar numa maneira de fazer com que o outro deixasse a sua bundinha desprevenida. Chapeuzinho era mestre em Prostituporrada, portanto tentaria uma abordagem mais violenta. Lobo Mau não sabia arte marcial alguma, mas em todos os anos que passou como fetichista, aprendeu controlar todos os seus fluídos corporais, que poderiam ser usados para o ataque.
Chapeuzinho tirou sua túnica vermelha e, antes que o Lobo pudesse esboçar uma reação, lançou a peça de roupa no rosto do cachorrão, que ficou desorientado. O Lobo sentiu um golpe em seus testículos, e a dor fez com que ele perdesse momentaneamente o controle sobre seus fluídos corporais. Quando Chapeuzinho se preparava para dominar o Lobo Mau e sodomizá-lo viu, em meio a um esguicho de vômito cheio de pedaços de comida, sua vovó sendo regurgitada pelo lupino que havia acabado de derrotar com um golpe baixo.
A Chapeuzinho Vermelho já tinha visto muita coisa nojenta em sua vida, mas aquilo era algo totalmente novo. Sentiu vontade de vomitar também, e temeu que perdesse a ereção que tinha conquistado triunfalmente há alguns minutos. O Lobo já estava broxado, mas isso nunca impediria um grande tarado como ele de concluir seus intentos de cunho sexual. Ele não precisava de seu pau para terminar o serviço, desde que houvesse um cabo de vassoura por perto.
Chapeuzinho engoliu o horror que estava sentindo, manteve heroicamente a sua ereção e levantou para terminar seu assunto com o Lobo, que estava armado com um cabo de vassoura lubrificado com o próprio cuspe.
Foi quando a Vovó levantou da poça de vômito em que estava mergulhada, para a surpresa dos adversários seminus. Mas ao invés de assustada ou enfurecida, a Vovó parecia...excitada. Observava sua neta e o Lobo com luxúria nos olhos. À essa altura do campeonato, o Lobão Malvadão só queria sair daquela casa sem ser estuprado.
Jurou que se saísse dali com o seu ânus intacto, largaria essa vida de pornógrafo e pervertido fetichista para se tornar um escritor de histórias infantis. Jurou até mesmo que escreveria sobre todos aqueles fatos bizarros que estava presenciando, mas em forma de uma narrativa bonita e com lição de moral. Como se os dois juramentos anteriores não bastassem, se propôs a ser o vilão da história infantil que criaria.
Foi neste momento que a Interpol, capitaneada pelo oficial Lenhador, invadiu a casa. Vovó tentou atacar sexualmente os policiais e foi metralhada. Chapeuzinho se jogou no chão e começou a choramingar, dizendo que tinha sido violentada pelo Lobo e a Vovó. O Lobo se entregou de bom grado à polícia, e passou o resto de seus dias na cadeia escrevendo contos de fadas. Chapeuzinho enganou o sistema judiciário, saiu livre, fez uma operação de mudança de sexo e virou freira.
Moral da história: Use camisinha.
Amargurado com o mundo em que vivia, o lupino maligno assistia pornôs para dar aquela relaxadinha básica. Mas o que ele via na tela o deixava emputecido da cabeça. Eram uns pornozinhos muito dos mal feitos, pudicos, puritanos demais. Era esse o legado que Mau havia deixado após 45 anos de perversões épicas realizadas nos 4 cantos do globo? Do que valeu toda aquela orgia, incesto, zoofilia, sadomasoquismo, escatologia, todos devidamente filmados e comercializados para que o mundo conhecesse a sua obra? Definitivamente, e isso não é um trocadilho oportuno, o Lobo Mau se sentia fodido pela indústria pornográfica, que ele tanto ajudou em sua vida.
Decidido a fazer com que todos relembrassem seu nome, o Lobo tomou seu remédio (Viagra), que o ajudava a pensar melhor e planejou o que seria a maior orgia fetichista de toda a história da humanidade. Em primeiro lugar, precisava encontrar as pessoas corretas para participar do evento. Pensou em menininhas inocentes, mas logo abandonou a idéia. Já estava cansado de perverter garotinhas inexperientes, e isso já não impressionava ninguém. O Lobo Mau precisava, na verdade, das criaturas mais sujas e moralmente corruptas que pudesse encontrar. Seria muito mais interessante tentar perverter pervertidos, fazer com que eles ficassem surpresos e absurdados com a sua mundialmente conhecida safadeza.
Não foi difícil encontrar a primeira participante da orgia. O Lobo sorriu ao se lembrar de que, além de ser uma puta de marca maior, ele odiava aquela garota com todas as suas forças e poderia se vingar dela com muita putaria. Sentiu um calor nas partes baixas que já não sentia há muito tempo e abençoou o gênio que criou o Viagra. Chapeuzinho Vermelho era o nome da vadia. Aquela anã obesa, viciada em chá de cogumelo, crack, heroína e que cheirava gatinhos pra passar o tempo. Chapeuzinho Vermelho era traficante, e sempre carregava drogas escondidas em sua cesta, em que dizia só levar doces para a sua vovó. Alguns diziam que a Chapeuzinho era travesti. O Lobo Mau descobriria se isso era verdade em breve.
O Lobo não teve dúvidas de quem seria a terceira participante do bacanal: A vovó da Chapéu. A velha era tão escrota quanto a neta. Ganhava dinheiro através de um esquema de prostituição que empregava mais de mil putas só na floresta onde moravam.Cafetina profissional desde os 15 anos de idade, tratava suas vadias com mãos de ferro. Era tapa na cara, porrada no estômago, chave de braço, mata-leão, enfim, tantos golpes ela aplicava nas putas que até desenvolveu uma nova arte marcial: Prostituporrada. Além de tudo, era racista e odiava os lobos. Era macumbeira também e pão-dura. Provavelmente comunista. Perfeito.
O Lobo Mau planejou a coisa toda em segundos, como o bom fetichista que era. Invadiria a casa da Vovó, faria sexo com ela e, durante o ato, devoraria a velha. Legal, já era sexo de coroas, zoofilia e culinária exótica de uma tacada só. Brilhante. Depois, travestiria-se de vovó e esperaria a Chapeuzinho chegar em casa. Faria sexo com ela, e isso já seria incesto (mesmo que só a Chapéu pensasse que fosse), zoofilia novamente e Coroa travesti vs Ninfeta. No meio do ato, regurgitaria a Vovó e praticaria sexo a três, sendo que a vovó já estaria morta. Essas coisas configurariam escatologia e ménage à trois necrófilo incestuoso. A beleza do plano era tal que o Lobo derramou uma lágrima ao pensar no cenário.
Dirigiu-se à casa da Vovó, bateu na porta e, enquanto esperava a velha atendê-lo, abaixou as calças e armou seu pau para o ataque. A Vovó nem viu o que a atingiu. O Lobo comeu e, enquanto comia, comeu de novo. Até que a mulher não era tão ruim assim, pensou o Lobo. Pegou as roupas da falecida e se travestiu. Fazia tempo que não se vestia de mulher e não sabia se conseguiria interpretar bem o papel de uma velha cafetina.
Chapeuzinho chegou em casa totalmente chapada, bêbada e cocainada. Olhou para a protuberância que se pronunciava por debaixo da camisola da vovó e disse: “Noooossa vovó, porque a senhora tem um pau tão....” Lobo Mau se sentiu empolgado por dentro, pois além de executar a maior orgia escatológica da história, ainda teria seu pau elogiado. “...pequeno!”, completou a Chapeuzinho.
O Lobo Mau ficou desmoralizado, mas precisava responder à altura: “Vadia, cala essa tua boca e chupa o Lobão aqui antes que eu te enfie uns tapas na cara.” Chapeuzinho arriou as calças e mostrou que os boatos procediam, ela era um TRAVECÃO.
O tempo fechou na casa da Vovó enquanto ambos personagens se encaravam. Nenhum dos dois queria ser o passivo, portanto, qualquer movimento em falso significaria ser sodomizado. Lobo Mau e Chapeuzinho Vermelho se estudavam, cada um deles tentando pensar numa maneira de fazer com que o outro deixasse a sua bundinha desprevenida. Chapeuzinho era mestre em Prostituporrada, portanto tentaria uma abordagem mais violenta. Lobo Mau não sabia arte marcial alguma, mas em todos os anos que passou como fetichista, aprendeu controlar todos os seus fluídos corporais, que poderiam ser usados para o ataque.
Chapeuzinho tirou sua túnica vermelha e, antes que o Lobo pudesse esboçar uma reação, lançou a peça de roupa no rosto do cachorrão, que ficou desorientado. O Lobo sentiu um golpe em seus testículos, e a dor fez com que ele perdesse momentaneamente o controle sobre seus fluídos corporais. Quando Chapeuzinho se preparava para dominar o Lobo Mau e sodomizá-lo viu, em meio a um esguicho de vômito cheio de pedaços de comida, sua vovó sendo regurgitada pelo lupino que havia acabado de derrotar com um golpe baixo.
A Chapeuzinho Vermelho já tinha visto muita coisa nojenta em sua vida, mas aquilo era algo totalmente novo. Sentiu vontade de vomitar também, e temeu que perdesse a ereção que tinha conquistado triunfalmente há alguns minutos. O Lobo já estava broxado, mas isso nunca impediria um grande tarado como ele de concluir seus intentos de cunho sexual. Ele não precisava de seu pau para terminar o serviço, desde que houvesse um cabo de vassoura por perto.
Chapeuzinho engoliu o horror que estava sentindo, manteve heroicamente a sua ereção e levantou para terminar seu assunto com o Lobo, que estava armado com um cabo de vassoura lubrificado com o próprio cuspe.
Foi quando a Vovó levantou da poça de vômito em que estava mergulhada, para a surpresa dos adversários seminus. Mas ao invés de assustada ou enfurecida, a Vovó parecia...excitada. Observava sua neta e o Lobo com luxúria nos olhos. À essa altura do campeonato, o Lobão Malvadão só queria sair daquela casa sem ser estuprado.
Jurou que se saísse dali com o seu ânus intacto, largaria essa vida de pornógrafo e pervertido fetichista para se tornar um escritor de histórias infantis. Jurou até mesmo que escreveria sobre todos aqueles fatos bizarros que estava presenciando, mas em forma de uma narrativa bonita e com lição de moral. Como se os dois juramentos anteriores não bastassem, se propôs a ser o vilão da história infantil que criaria.
Foi neste momento que a Interpol, capitaneada pelo oficial Lenhador, invadiu a casa. Vovó tentou atacar sexualmente os policiais e foi metralhada. Chapeuzinho se jogou no chão e começou a choramingar, dizendo que tinha sido violentada pelo Lobo e a Vovó. O Lobo se entregou de bom grado à polícia, e passou o resto de seus dias na cadeia escrevendo contos de fadas. Chapeuzinho enganou o sistema judiciário, saiu livre, fez uma operação de mudança de sexo e virou freira.
Moral da história: Use camisinha.
domingo, 22 de março de 2009
punheta
Vez ou outra, eu gostaria
de acreditar em
Deus.
Assim eu poderia
tentar entender várias coisas,
tipo a punheta.
Eu acho que ela é a forma
de deus falar
"olha, você é feio,
mas não precisa
estuprar ninguém
muito menos dar um tiro
na cabeça
é só usar sua
mão direita".
E se você não tiver braço, bem...
ai você tem um bom motivo
pra não acreditar em deus.
de acreditar em
Deus.
Assim eu poderia
tentar entender várias coisas,
tipo a punheta.
Eu acho que ela é a forma
de deus falar
"olha, você é feio,
mas não precisa
estuprar ninguém
muito menos dar um tiro
na cabeça
é só usar sua
mão direita".
E se você não tiver braço, bem...
ai você tem um bom motivo
pra não acreditar em deus.
sábado, 21 de março de 2009
gozando dentro
Você é tão gata que eu nem me importo em gozar dentro. Se você engravidar, o nosso filho vai ter tua beleza e minha ousadia. Se você tiver AIDS, eu me comprometo a comer você todo dia até a nossa eminente morte.
quarta-feira, 4 de março de 2009
Uma rapidinha sobre brinquedinhos.
Uma amiga me passou um link. Um link com o que seria o top 10 de brinquedinhos para a sacanagem. Eu achei que essa lista foi desfalcada e que certas coisas foram extremamente valorizadas. Tipo o Seven Pearl Massage Ring. Quem pagaria 433 libras por um anel para massagear quando se pode fazer isso com os dedos, ou ainda com a língua! Mas tudo bem, eu posso até entender a tara. É a velha premissa que mulher gosta é de dinheiro e...quem gastou tanto dinheiro numa merda dessa certamente tem muito mais dinheiro para gastar.
Depois eles vem com umas coisinhas para massagem, o que é até legal, mas não creio que entraria num top 10 meu. Aí entra uma das coisas que eu não dei valor a princípio mas aí vi que era comestível. Tintas para pintar a parceira. Você pinta sua menina ("amor, você de azul parece a mística do x-men") ou seu menino ("nossa, é o hulk!") e depois lambe a tinta toda ("agora você se transformou") ou qualquer coisa assim. Algo bem interessante de se fazer isso de limpar a tinta do corpo da parceira com a língua. (Além do mais, eu sempre quis comer a Mística, pelo menos assim eu comeria alguém azul.)
Depois eles vêm com um papo de livro de cabeceira. Sem desmerecer a postagem sobre literatura pornô, mas o que eles mostram parece ser uma porra de um livro de fotografia. Livros de fotografia de nu. Uma playboy mais cara e sem as matérias legais.
Depois vem umas coisas que eu não sei o que são... e eu fico pensando: esses ingleses (a lista é inglesa) são um bando de frescos?
Até que chega uma das coisas que eu sempre fico incrível com. Calcinhas fio dental. Uma mulher que, ao tirar a roupa para mim, estiver usando uma calcinha fio dental. Ó deus. Ó deus. Essa mulher vai ser comida loucamente. A imagem de uma bunda linda ou razoável sendo cortada por aquele fino e lindo fiozinho é... fabulosa. Se alguma leitora quiser dar pra mim, venha de fio dental que eu como com mais alegria (não que se não vier com ele eu não coma, mas como com menos empolgação. okay, mentira. como do mesmo jeito).
Fechando o top 10 vem uma coisa que serve para se usar auxiliando em posições sexuais. Não, não é a cama. Lembra um banquinho. Achei muito estranho, mas é assim que a vida é... cheia de coisas estranhas.
Uma hora qualquer eu vou procurar pelo mundo coisas mais interessantes que esses itens e fazer meu próprio top 10. Qualquer dia desses...
Depois eles vem com umas coisinhas para massagem, o que é até legal, mas não creio que entraria num top 10 meu. Aí entra uma das coisas que eu não dei valor a princípio mas aí vi que era comestível. Tintas para pintar a parceira. Você pinta sua menina ("amor, você de azul parece a mística do x-men") ou seu menino ("nossa, é o hulk!") e depois lambe a tinta toda ("agora você se transformou") ou qualquer coisa assim. Algo bem interessante de se fazer isso de limpar a tinta do corpo da parceira com a língua. (Além do mais, eu sempre quis comer a Mística, pelo menos assim eu comeria alguém azul.)
Depois eles vêm com um papo de livro de cabeceira. Sem desmerecer a postagem sobre literatura pornô, mas o que eles mostram parece ser uma porra de um livro de fotografia. Livros de fotografia de nu. Uma playboy mais cara e sem as matérias legais.
Depois vem umas coisas que eu não sei o que são... e eu fico pensando: esses ingleses (a lista é inglesa) são um bando de frescos?
Até que chega uma das coisas que eu sempre fico incrível com. Calcinhas fio dental. Uma mulher que, ao tirar a roupa para mim, estiver usando uma calcinha fio dental. Ó deus. Ó deus. Essa mulher vai ser comida loucamente. A imagem de uma bunda linda ou razoável sendo cortada por aquele fino e lindo fiozinho é... fabulosa. Se alguma leitora quiser dar pra mim, venha de fio dental que eu como com mais alegria (não que se não vier com ele eu não coma, mas como com menos empolgação. okay, mentira. como do mesmo jeito).
Fechando o top 10 vem uma coisa que serve para se usar auxiliando em posições sexuais. Não, não é a cama. Lembra um banquinho. Achei muito estranho, mas é assim que a vida é... cheia de coisas estranhas.
Uma hora qualquer eu vou procurar pelo mundo coisas mais interessantes que esses itens e fazer meu próprio top 10. Qualquer dia desses...
segunda-feira, 2 de março de 2009
baratas e ratos
tinha gozado no chão
e da ejaculação,
uma barata tinha se alimentado
primeira cena de zoofilia que tinha visto
e involuntariamente participado
agora só faltava copular com um rato
em troca do sagrado queijo
mais barato do que pagar uma puta
e pelo menos o rato tem lisura em seu nome
não se esconde na pele
de uma universitária.
e da ejaculação,
uma barata tinha se alimentado
primeira cena de zoofilia que tinha visto
e involuntariamente participado
agora só faltava copular com um rato
em troca do sagrado queijo
mais barato do que pagar uma puta
e pelo menos o rato tem lisura em seu nome
não se esconde na pele
de uma universitária.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
Literatura Pornô
Como é um poço de cultura, o pornógrafo intelectual não se limita apenas ao cinema, pois sabe admirar todo tipo de arte pornô. Nada melhor para exemplificar esses outros tipos de arte pornográfica do que escrever sobre a Alta e Complexa Literatura Pornô.
Esse tipo de literatura não é muito acessível, pois exige um nível de mojo sexual mental que simplesmente a maioria das pessoas não possui. Talvez seja por isso que os cursos de Letras sequer se atrevam a ter a Alta e Complexa Literatura Pornô em suas grades curriculares, pois são necessárias décadas de estudo para aguentar os orgasmos múltiplos no cérebro que os escritores pornô causam com suas histórias.
Neste post, brindarei os leitores do blog com alguns trechos de uma obra prima hardcore super pornográfica. Eu postaria o livro inteiro, mas sou um cara responsável e compreendo que muitas pessoas não estão preparadas para ter orgasmos múltiplos no cérebro.
Por favor, e peço isso do fundo do meu coração, tirem as crianças da sala. Se você tiver problemas cardíacos, não prossiga com a leitura deste texto. Se você for gestante e não quer que seu filho vire pornógrafo, pare agora de ler. Se você for broxa, continue lendo porque o que virá a seguir é melhor do que tomar suco de viagra.
Mulheres, tremei com as próximas linhas:
“Penetrou nos aposentos de West sem fazer barulho, e aproximou-se de sua cama. O duque dormia de lado, voltado para a lareira. O brilho dourado das labaredas iluminava suas feições másculas e belas. Havia olheiras leves sob os olhos, e a barba por fazer sombreava-lhe as faces.”
Homens, aprendam com o galã a seguir. Ele explica o que é afrodisíaco para que possa comer a garota. Esse xavequinho funciona, já testei:
“Muito bem. Um afrodisíaco é em geral um alimento ou bebida, que excita os nervos e a corrente sangüínea. Pode ser também uma leitura picante ou erótica. - Suspirou fundo ao ver a expressão confusa de Ria. - Aguça o desejo sexual. Não posso falar mais claro do que isso.”
Ao proferir as palavras acima, a garota geralmente fica toda assanhada e começa a falar coisas bem sexuais:
“- Fale-me sobre isto, por favor - murmurou, apontando para a figura da mulher ajoelhada diante do homem. - Parece que a dama deseja… morder ou acariciar certas partes do corpo do cavalheiro.”
O escritor dessa história passa uma importante lição aos seus leitores, ensinando que devemos dormir pelados e de pau duro, pois nunca se sabe o que pode acontecer, né:
“Então, sem aviso prévio, Ria afastou as cobertas com um gesto rápido, revelando o corpo nu e excitado do duque.
— Talvez isso o encoraje. Uma dama também é uma mulher e pode ser tratada como tal sem cair na vulgaridade, não acha?
— Não sabe o que está fazendo ou me pedindo, Ria…
Então me ensine milorde. Ou me permita aprender por conta própria.”
SEXO! SEXO! SEXO! E peitinhos:
“Apoiando-se no cotovelo, deslizou os dedos pelo corpo vestido com o recatado roupão de flanela, e tomou os seios macios entre as mãos, como se fossem duas flores delicadas, observando-lhe a expressão do rosto com olhos lânguidos. Quando a ouviu gemer de prazer, tocou os mamilos que mesmo sob o tecido grosso, estavam túmidos.”
Se você sempre quis saber qual a utilidade de fazer círculos morosos com a língua e nunca teve coragem de perguntar, A Alta e Complexa Literatura Pornô responde:
“Com a ponta da língua, fez círculos morosos sobre a flanela, excitando-a cada vez mais, a ponto de deixá-la em um estado de total abandono. Cada movimento dos lábios de West parecia saborear uma fina iguaria.”
A situação descrita no próximo parágrafo é genial, além de ser mais uma lição de vida. Homens, finjam que querem comer a garota, depois façam charminho e caiam fora, assim ela vai te curtir:
“Ria começou a murmurar palavras desconexas e agitar-se, mexendo os quadris de uma maneira instintiva e sensual, sentindo uma espécie de lava incandescente percorrer-lhe cada centímetro do corpo.
Então se beijaram de modo longo e profundo. Tonto de desejo, o duque procurou o pescoço branco e macio, beijando-lhe o rosto e os olhos, e por fim SE AFASTOU.”
Como chamar uma mina de puta sem chamá-la de puta:
"Quando se recolhera ao quarto na noite anterior, concluíra, antes de adormecer, que não possuía a alma de sereia tentadora e liberada como gostaria de ser."
Um escritor de literatura pornô precisa se concentrar na profundidade filosófica de suas obras, por isso não perde tempo e repete cenas. Ninguém percebe mesmo:
"Ria começou a murmurar palavras desconexas e agitar-se, mexendo os quadris de uma maneira instintiva e sensual, sentindo uma espécie de lava incandescente percorrer-lhe cada centímetro do corpo."
Por hoje é só. Os trechos acima são do livro Perdidos de Amor, de Jo Goodman.
E para quem quiser se aprofundar nesse tipo de literatura, apesar dos meus avisos e recomendações, clique aqui. Se acontecer alguma coisa com vocês, por favor, não me processem. Não tenho dinheiro.
Esse tipo de literatura não é muito acessível, pois exige um nível de mojo sexual mental que simplesmente a maioria das pessoas não possui. Talvez seja por isso que os cursos de Letras sequer se atrevam a ter a Alta e Complexa Literatura Pornô em suas grades curriculares, pois são necessárias décadas de estudo para aguentar os orgasmos múltiplos no cérebro que os escritores pornô causam com suas histórias.
Neste post, brindarei os leitores do blog com alguns trechos de uma obra prima hardcore super pornográfica. Eu postaria o livro inteiro, mas sou um cara responsável e compreendo que muitas pessoas não estão preparadas para ter orgasmos múltiplos no cérebro.
Por favor, e peço isso do fundo do meu coração, tirem as crianças da sala. Se você tiver problemas cardíacos, não prossiga com a leitura deste texto. Se você for gestante e não quer que seu filho vire pornógrafo, pare agora de ler. Se você for broxa, continue lendo porque o que virá a seguir é melhor do que tomar suco de viagra.
Mulheres, tremei com as próximas linhas:
“Penetrou nos aposentos de West sem fazer barulho, e aproximou-se de sua cama. O duque dormia de lado, voltado para a lareira. O brilho dourado das labaredas iluminava suas feições másculas e belas. Havia olheiras leves sob os olhos, e a barba por fazer sombreava-lhe as faces.”
Homens, aprendam com o galã a seguir. Ele explica o que é afrodisíaco para que possa comer a garota. Esse xavequinho funciona, já testei:
“Muito bem. Um afrodisíaco é em geral um alimento ou bebida, que excita os nervos e a corrente sangüínea. Pode ser também uma leitura picante ou erótica. - Suspirou fundo ao ver a expressão confusa de Ria. - Aguça o desejo sexual. Não posso falar mais claro do que isso.”
Ao proferir as palavras acima, a garota geralmente fica toda assanhada e começa a falar coisas bem sexuais:
“- Fale-me sobre isto, por favor - murmurou, apontando para a figura da mulher ajoelhada diante do homem. - Parece que a dama deseja… morder ou acariciar certas partes do corpo do cavalheiro.”
O escritor dessa história passa uma importante lição aos seus leitores, ensinando que devemos dormir pelados e de pau duro, pois nunca se sabe o que pode acontecer, né:
“Então, sem aviso prévio, Ria afastou as cobertas com um gesto rápido, revelando o corpo nu e excitado do duque.
— Talvez isso o encoraje. Uma dama também é uma mulher e pode ser tratada como tal sem cair na vulgaridade, não acha?
— Não sabe o que está fazendo ou me pedindo, Ria…
Então me ensine milorde. Ou me permita aprender por conta própria.”
SEXO! SEXO! SEXO! E peitinhos:
“Apoiando-se no cotovelo, deslizou os dedos pelo corpo vestido com o recatado roupão de flanela, e tomou os seios macios entre as mãos, como se fossem duas flores delicadas, observando-lhe a expressão do rosto com olhos lânguidos. Quando a ouviu gemer de prazer, tocou os mamilos que mesmo sob o tecido grosso, estavam túmidos.”
Se você sempre quis saber qual a utilidade de fazer círculos morosos com a língua e nunca teve coragem de perguntar, A Alta e Complexa Literatura Pornô responde:
“Com a ponta da língua, fez círculos morosos sobre a flanela, excitando-a cada vez mais, a ponto de deixá-la em um estado de total abandono. Cada movimento dos lábios de West parecia saborear uma fina iguaria.”
A situação descrita no próximo parágrafo é genial, além de ser mais uma lição de vida. Homens, finjam que querem comer a garota, depois façam charminho e caiam fora, assim ela vai te curtir:
“Ria começou a murmurar palavras desconexas e agitar-se, mexendo os quadris de uma maneira instintiva e sensual, sentindo uma espécie de lava incandescente percorrer-lhe cada centímetro do corpo.
Então se beijaram de modo longo e profundo. Tonto de desejo, o duque procurou o pescoço branco e macio, beijando-lhe o rosto e os olhos, e por fim SE AFASTOU.”
Como chamar uma mina de puta sem chamá-la de puta:
"Quando se recolhera ao quarto na noite anterior, concluíra, antes de adormecer, que não possuía a alma de sereia tentadora e liberada como gostaria de ser."
Um escritor de literatura pornô precisa se concentrar na profundidade filosófica de suas obras, por isso não perde tempo e repete cenas. Ninguém percebe mesmo:
"Ria começou a murmurar palavras desconexas e agitar-se, mexendo os quadris de uma maneira instintiva e sensual, sentindo uma espécie de lava incandescente percorrer-lhe cada centímetro do corpo."
Por hoje é só. Os trechos acima são do livro Perdidos de Amor, de Jo Goodman.
E para quem quiser se aprofundar nesse tipo de literatura, apesar dos meus avisos e recomendações, clique aqui. Se acontecer alguma coisa com vocês, por favor, não me processem. Não tenho dinheiro.
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